• Ator Renato Prieto concede entrevista à Boa Vontade TV

    • Foto: Alan Lincon Paresqui
    • Simone Barreto, da Boa Vontade TV, e o ator Renato Prieto.
    Rio de Janeiro, RJ — O público brasileiro já pode acompanhar nas telas do cinema a famosa história do livro Nosso Lar, radiofonizada pela Som Puro Records. Psicografada por Francisco Cândido Xavier, a história verídica relata as experiências humanas e a trajetória espiritual de André Luiz, homem extremamente apegado à vida, que, após a morte do corpo físico, se encontra em um mundo estranho cercado de espíritos ainda involuídos.

    O ator e diretor Renato Prieto, que protagoniza o filme, disse, em entrevista exclusiva ao programa Boa Vontade Entrevista, da Boa Vontade TV, que o convite para ser o personagem principal de mais um filme com a temática da Espiritualidade o surpreendeu, exigindo dele uma série de mudanças. "Emagreci 18 kg para gravar as cenas do umbral*; depois foi preciso engordar 5 kg para as cenas em que o personagem está melhor".

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    Amigo de Boa Vontade, logo no início da entrevista Renato declarou: "Sou Legionário! É sempre um prazer receber vocês [da LBV], porque eu já me considero de casa". Na ocasião, o ator falou de sua vida pessoal e de suas experiências nas artes cênicas. O artista garante que sempre trabalhou para conquistar os palcos e a vida de ator. "Nunca quis fazer outra coisa senão estudar e aprender TV, cinema e teatro. Me preparei muito para a profissão, tenho paixão pelo palco".

    Prieto, que conhece as obras de Chico Xavier, conta que foram 3 meses de treinamento e 2 de gravação. "Me preocupei em dar o melhor para interpretar o André Luiz e fazer com que o público se identifique com as histórias. Uma repórter me perguntou se durante as gravações houve algum fenômeno. Respondi que sim. Durante as gravações houve respeito, harmonia, paz, e isso é um fenômeno".

    O anseio do público pelas questões da vida após a morte tem feito o mercado cinematográfico produzir uma série de filmes sobre o tema. O ator acredita que "as pessoas estão cada vez mais interessadas em conhecer os assuntos da Espiritualidade. Elas querem saber por que existem, para onde vão; quem é Deus. Acredito que chegou o tempo dessas respostas".

    A entrevista na íntegra você acompanha, em breve, na programação da Boa Vontade TV, canal 23 da SKY. O programa Boa Vontade Entrevista é exibido nos seguintes dias e horários: terça e quinta-feira, às 3h, 9h e 20 horas; sábado, às 20h30; domingo, às 15h30 e 20h30.

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    * Umbral — região sombria que cerca o Planeta. Segundo relata o Espírito André Luiz, no seu livro Ação e Reação, também psicografado por Chico Xavier:"(...) situada entre a Terra e o Céu, [o Umbral é] dolorosa região de sombras, erguida e cultivada pela mente humana, em geral rebelde e ociosa, desvairada e enfermiça".

    Carlos Alberto Torres revive as emoções da memorável Copa de 70

    • Foto: Humberto Paes
    • Carlos Alberto Torres relembra a Seleção em que foi capitão
    Rio de Janeiro, RJ — Carlos Alberto Torres, ou Capita, como é conhecido no universo do futebol, apresentou no programa Boa Vontade Esportes, da Boa Vontade TV, momentos inesquecíveis que vivenciou com a Seleção Brasileira de Futebol.

    Quando tinha apenas vinte anos de idade, o atleta conquistou seu primeiro título: Campeão Carioca de 1964. Ficou mundialmente conhecido após comandar o elenco que trouxe o caneco para o Brasil durante o Mundial de 1970, disputado no México. O Portal Boa Vontade apresenta trechos dessa simpática entrevista.

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    A COPA DE 1970
    “Foi um privilégio ter participado daquela Seleção, ter sido capitão de um time que até hoje as pessoas lembram, sempre apontado nas pesquisas como a melhor Seleção de todos os tempos. Ter sido escalado para capitanear aquela equipe é um privilégio; jogar com um time daquele, fazer o último gol e rec
    • Foto: Humberto Paes
    • Capita apoia a campanha da LBV África do Sul 2010 — Fiz um gol pela infância brasileira!.
    eber o troféu. Tudo isso foi uma dádiva e eu sempre agradeço, fico muito feliz com as homenagens que são feitas, principalmente nessa época de Copa, porque todo o mundo lembra da Seleção de 70.”

    O PREPARO DO ELENCO TRICAMPEÃO BRASILEIRO
    “O mais importante de tudo foi a preparação que tivemos aqui no Brasil, principalmente na parte física. Fomos orientados pela comissão técnica e pelos preparadores físicos, porque mais importante que a parte técnica era a parte física. Primeiro para jogar na altitude mexicana e segundo para chegarmos iguais ao preparo físico dos jogadores europeus. Se isso acontecesse tecnicamente iríamos estar à frente deles, com mais condições de, pelo menos, chegar à final. Porque ganhar o título é consequência de quem trabalha melhor. Por meio de conversas e vídeos que a comissão técnica nos mostrava, foi possível ver nossa evolução. Isso nos deu segurança para irmos ao México.”

    A EVOLUÇÃO DO GRUPO
    “A trajetória da Seleção como um todo foi muito bonita. A evolução do time no dia a dia, a cada jogo, sentíamos realmente que os preparadores físicos estavam certos em nos orientar para o empenho. Quando você tem um grupo muito bom tecnicamente, que está confiante, principalmente por conta da parte física, as coisas vão acontecendo naturalmente. Tínhamos cuidado com todos os detalhes. Quando o grupo se prepara em todos os sentidos, inclusive sabendo da importância de um jogo para o futuro do time durante a competição, tem tudo para ganhar uma Copa do Mundo. As reuniões diárias que tínhamos na concentração, a avaliação de cada jogador dizendo como estava se sentindo, expondo isso para a comissão técnica, garantiu o sucesso daquela equipe.”

    O JOGO DECISIVO
    “O grande jogo dessa Copa [de 1970] foi contra a Inglaterra. Sabíamos de antemão que aquele era o jogo-chave para quem quisesse chegar à final. Porque as duas equipes que eram apontadas como favoritas para chegar ao título estavam no mesmo grupo. E o primeiro colocado, ou seja, o vencedor de Brasil e Inglaterra continuaria jogando em Guadalajara até a semifinal. Ao passo que o perdedor daquele jogo subiria para cidades altas para enfrentar a Alemanha, que estava lá adaptada. Ganhamos da Inglaterra e permanecemos em Guadalajara, por isso eu digo que esse jogo foi o decisivo para chegarmos ao triunfo.”

    40 ANOS DEPOIS, O LEGADO DA SELEÇÃO DE 70
    “De 70 até hoje, houve uma evolução em todos os sentidos, mas a seriedade — não quero dizer que ninguém não seja sério — porém falo de uma seriedade realmente levada a fundo. No preparo dos jogos, durante a concentração, ninguém [nenhum jogador] nunca pediu para sair. Estávamos preparando a nossa cabeça para alcançar o nosso objetivo, que era pelo menos chegar na final e disputar o título com vantagem contra a Itália. Esse foi o grande exemplo que a nossa Seleção deu e que se alguém quiser seguir vai ser correspondido.”

    A entrevista na íntegra você acompanha, em breve, na programação da Boa Vontade TV, canal 23 da SKY. O programa Boa Vontade Esportes é exibido nos seguintes horários: terça e quinta-feira, 3h, 9h e 20 horas; sábado, 20h30; domingo, 15h30 e 20h30.

    Ana Botafogo abre o coração no programa Boa Vontade Entrevista

    • Foto: Rafael Bruno
    • Ana Botafogo, primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, RJ.
    Rio de Janeiro, RJ — Nascida no popular bairro da Urca, na zona sul do Rio de Janeiro, RJ, Ana Botafogo é a primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, desde 1981. Atingir o posto foi mérito de muito suor conquistado ao lado de suas inseparáveis sapatilhas.

    Carioca da gema, a bailarina abriu o coração ao programa Boa Vontade Entrevista, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY). Ana lembra que seus primeiros passos no balé foram no Conservatório de Música da Urca, até chegar à faculdade.

    No período da faculdade, começa o aperfeiçoamento da prática do balé, mas foi no exterior que ela complementou sua formação. Frequentou a Academia Goubé na Sala Pleyel, em Paris (França), a Academia Internacional de Dança Rosella Hightower, em Cannes (França) e o Dance Center-Covent Garden, em Londres (Inglaterra).

    Ana recorda com carinho que seu primeiro contrato foi com o Ballet de Marseille, do coreógrafo Roland Petit, no sul da França. De aluna a profisisonal, foi esse o sentimento de Ana. “Foi um começo muito bom”, relembra.

    • Foto: Rafael Bruno
    • Ana Botafogo com Simone Barreto, do programa Boa Vontade Entrevista.
    Depois de quase três anos, a bailarina retorna a sua terra natal, no Brasil, mas foi em Curitiba, PR, que Ana começa a carreira como bailarina principal do Teatro Guaíra. “Em 1981, abriu uma audição para o Municipal. Fiz o teste e passei. Desde então, são 29 anos”. Ser bailarina do Theatro Municipal era um sonho que foi realizado.

    A primeira estreia foi motivo de muita emoção e árduo preparo.“A minha estreia foi muito feliz, uma grande alegria. Fui escolhida para fazer um primeiro papel do balé Coppélia. Foi uma temporada muito bem-sucedida para o corpo de baile”.

    Apesar de toda beleza e do glamour de uma apresentação de balé, há muito trabalho para que o espetáculo seja digno de aplausos, que Ana classifica como “preparo de atleta”. “São seis horas de trabalho nas salas do teatro. O dia começa com uma aula, depois temos um intervalo de quinze minutos. Há todo um preparo de atleta, porque no palco nós unimos a interpretação a essa parte atlética. Balé é arte, a gente precisa interpretar bem para atingir a plateia”, acredita.

    Ana Botafogo é considerada, tanto pelo público como pela crítica, uma das mais importantes bailarinas brasileiras, por sua técnica, versatilidade e arte. Durante a entrevista, falou da satisfação que sente ao ver as pessoas prestigiando as apresentações de balé.

    Essa e outras histórias poderão ser conferidas na íntegra no programa Boa Vontade Entrevista, na Boa Vontade TV, canal 23 da SKY.
    Horários:
    Terça e quinta-feira: 3h, 9h e 20h
    Sábado: 20h30
    Domingo: 15h30 e 20h30

    Conheça a história de Jorge Amado, um dos grandes ícones da literatura nacional.

    Especialistas no assunto afirmam que ele é um dos escritores mais lidos no Brasil.

    Rio de Janeiro, RJ — Um dos grandes ícones da literatura brasileira, Jorge Amado (1912-2001) desempenhou importante papel na vida literária da Bahia, sua terra natal, e no cenário nacional.

    Em entrevista à mídia da Boa Vontade, a professora titular de Literatura Brasileira da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Eneida Leal, apresentou detalhes da carreira do notável baiano.

    Escritor desde a adolescência, Jorge seguiu o estilo literário do romance moderno. Propondo uma leitura voltada às raízes nacionais, suas obras s

    • O escritor Jorge Amado
    ão uma das mais expressivas da moderna ficção brasileira. “Os personagens são pessoas comuns, um universo predominantemente popular. A linguagem e a forma de escrever são facilmente compartilháveis com o leitor comum”, que, para a professora, é aquele que “lê para se distrair, para conhecer o mundo, a vida e para se conhecer melhor”.

    Algumas das obras de Jorge Amado foram inspiradas no mar. De acordo com a professora essa paixão nasceu a partir do momento em que foi morar em Salvador, ocasião na qual também escolhe suas famosas personagens.

    Seus livros receberam inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de desfiles de escolas de samba. Foram traduzidos em 49 idiomas.

    Essa e outras histórias poderão ser conferidas na íntegra no programa Boa Vontade Entrevista, na Boa Vontade TV, canal 23 da SKY.

    Horários
    Terça e quinta-feira: 3h, 9h e 20h
    Sábado: 20h30
    Domingo: 15h30 e 20h30

    Conheça um pouco mais da vida de Graciliano Ramos

    • Graciliano Ramos
    Rio de Janeiro, RJ — Sem mesmo cursar uma faculdade, Graciliano Ramos (1892-1953) é considerado pela crítica literária um dos maiores romancistas brasileiros. Seus romances caracterizam-se pela interação entre as condições sociais e a realidade de cada personagem.

    Graciliano Ramos é também um dos escritores ficcionistas mais importantes da geração de 1930. Seu jeito peculiar de escrever conquistou muita gente e faz sucesso até hoje. Para falar sobre a vida e obra deste grande escritor brasileiro, o programa Boa Vontade Entrevista conversou com o professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), também doutor em literatura latino-americana, Luiz Ricardo Leitão, que apresentou fatos importantes na vida de Graciliano, destacando grandes clássicos de suas obras.

    Desde a infância, o alagoano demonstrava enorme interesse e aptidão pela escrita. Nos tempos do colégio, ainda criou um pequeno jornal. Autodidata, Graciliano alcançou o sucesso graças às suas lutas. Em 1933, o poliglota, lança seu primeiro livro Caetés. Para o professor Ricardo: “Esse foi um trabalho um pouco imaturo, foi um trampolim para a chegada do autor na sua grande obra inicial. Esse romance foi o precursor”. Na opinião do entrevistado a grande obra literária do autor foi São Bernardo, publicada em 1934.
    Recentemente o cineasta Nelson Pereira dos Santos adaptou o romance Memórias do Cárcere para o cinema. “Nelson foi bastante fidedigno obra, até porque esta se impõe, de forma irreversível, a contundência do relato é muito forte. O cineasta acompanhou fielmente todos os episódios da reclusão de Graciliano. Inclusive, esteve num local que hoje virou um Centro Turístico, que é a Casa de Cultura de Pernambuco, que era uma cadeia pública”. Tanto o livro como o filme falam sobre as relações humanas, as relações sociais do Brasil, o Estado Novo.

    Depois que saiu da prisão, Graciliano ficou um período, sem escrever romances. Dedicou-se às crônicas, literatura infantil e contos. Suas obras se mantêm atuais, conquistam leitores e fazem as pessoas conhecerem o verdadeiro cenário nordestino.
    Essas e outras histórias poderão ser conferidas na íntegra no programa Boa Vontade Entrevista, que vai ao ar diariamente pela Boa Vontade TV, canal 23 da SKY.



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